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	<title>livros | Terapia Individual &amp; Meditação com Luiz Fernando Pereira (Hridaya Terapia)</title>
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		<title>Gestalt Terapia e Meditação: para tomar consciência</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/gestalt-terapia-meditacao-tomada-de-consciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 22:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt Terapia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Luiz F. Pereira Terapeuta, Hridaya Terapia Poucas abordagens psicológicas ou terapêuticas ocidentais tem uma simbiose tão evidente e poderosa como a Gestalt Terapia e a Meditação. A terapia preconizada por Fritz Perls, principal abordagem que usamos na Hridaya, a Gestalt teve como uma de suas bases a &#8220;awareness&#8220;, conceito que se popularizou no Ocidente atribuído em boa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Luiz F. Pereira<br />
</strong>Terapeuta, Hridaya Terapia</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-732" style="padding-right: 10px; padding-bottom: 5px;" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/07/la-viaja-y-novissima-gestalt-terapia-meditacao-190x300.jpg?resize=190%2C300" alt="la-viaja-y-novissima-gestalt-terapia-meditacao" width="190" height="300" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/07/la-viaja-y-novissima-gestalt-terapia-meditacao.jpg?resize=190%2C300&amp;ssl=1 190w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/07/la-viaja-y-novissima-gestalt-terapia-meditacao.jpg?w=236&amp;ssl=1 236w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" />Poucas abordagens psicológicas ou terapêuticas ocidentais tem uma simbiose tão evidente e poderosa como a <strong>Gestalt Terapia</strong> e a <strong>Meditação</strong>. A terapia preconizada por Fritz Perls, principal abordagem que usamos na Hridaya, a Gestalt teve como <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gestalt_therapy#Phenomenological_method" target="_blank">uma de suas bases a &#8220;<strong>awareness</strong>&#8220;</a>, conceito que se popularizou no Ocidente atribuído em boa parte ao <strong>Budismo</strong> (que Fritz Perls conheceu de perto) e seus métodos de meditação, principalmente Shamata e Vipássana. A &#8220;awareness&#8221; é também traduzida como &#8220;percatarse&#8221; no espanhol, e por &#8220;<strong>dar-se conta</strong>&#8221; em português coloquial, e de fato a Gestalt Terapia já foi traduzida informalmente como &#8220;terapia do dar-se conta&#8221;. Praticamente todos os principais métodos de meditação visam o aprofundamento em si mesmo, que é uma prática da família do &#8220;dar-se conta&#8221;, ou da auto-percepção, ou ainda da percepção mais ampla da existência que acontece em si mesmo, a cada momento.</p>
<p>O mestre chileno, terapeuta, psiquiatra e autor <strong>Claudio Naranjo</strong> escreveu várias vezes sobre esse encontro de <strong>Gestalt Terapia</strong> e <strong>Meditação</strong>, inclusive um livro inteiro sobre isso (&#8220;Entre Meditação e Psicoterapia&#8221;), e de sua autoria o parágrafo abaixo, do livro &#8220;La Vieja Y Novissima Gestalt&#8221;, de 1989:</p>
<blockquote><p>&#8220;Há muitos pontos de contato entre a terapia gestáltica e a meditação. Em certo sentido, poderia ser dito que a terapia gestáltica é meditação em um contexto interpessoal. O primeiro elemento em comum entre os dois domínios é que a Gestalt é um treinamento em tomada de consciência, e um componente fundamental da meditação é o cultivo da capacidade de se dar conta. A prática de prestar atenção à experiência em andamento, aprofundando a tomada de consciência do aqui e agora, é comum a ambas, apesar de que, de maneira geral, a meditação se pratica de forma solitária, enquanto a terapia gestáltica acontece em relação com os outros. E as tradições de meditação conhecem uma etapa da tomada de consciência mais além do dar-se conta do aqui e agora: um dar-se conta refletido em si mesmo, que se devora a si mesmo e se dissolve em uma condição de consciência sem um objeto&#8221;.<br />
— <strong>CLAUDIO NARANJO</strong>, em &#8220;La Vieja y Novisima Gestalt&#8221; (pg.209)</p></blockquote>
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		<title>Ho&#8217;oponopono, a terapia hawaiiana da purificação amorosa</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/hooponopono-a-terapia-hawaiiana-da-purificacao-amorosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2014 10:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema havaiano de terapia, ou auto-terapia, chamado Ho&#8217;oponopono, opera de maneira humanista e unicamente holística, podemos dizer, e é uma das técnicas que inspiram nosso trabalho de auto-conhecimento e equilíbrio no consultório. O Dr Hew Len, um dos mestres que trouxe a técnica adaptada, diz que o Ho&#8217;oponopono é uma limpeza e que deve ser profunda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-505" style="padding-right: 15px; padding-bottom: 5px;" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol-300x187.jpg?resize=300%2C187" alt="girassol" width="300" height="187" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol.jpg?resize=1024%2C640&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol.jpg?resize=1080%2C675&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2014/12/girassol.jpg?w=2160&amp;ssl=1 2160w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O sistema havaiano de terapia, ou auto-terapia, chamado <strong>Ho&#8217;oponopono</strong>, opera de maneira humanista e unicamente holística, podemos dizer, e é uma das técnicas que inspiram nosso trabalho de auto-conhecimento e equilíbrio no consultório. O <strong>Dr Hew Len</strong>, um dos mestres que trouxe a técnica adaptada, diz que o Ho&#8217;oponopono é uma limpeza e que deve ser profunda, mais do que as nossas capacidades conscientes são capazes de fazer de momento-a-momento. Ele diz que Ho&#8217;oponopono é &#8220;para olharmos a nós mesmos em busca de dívidas, erros e bloqueios em nossas mentes subconscientes, que repetem problemas, julgamentos, decepções e todos os tipos de problemas&#8221;.</p>
<p>Além dessa libertação de crenças biográficas que regem nossas vidas no presente, há outra característica que está totalmente sintonizada com os princípios da Gestalt Terapia que praticamos na Hridaya: a atitude de assumir <strong>100% da responsabilidade sobre nossas vidas</strong>. Se olharmos profundamente, não é nem exatamente &#8220;assumir&#8221;, mas sim reconhecer a responsabilidade, que sempre é nossa, sempre foi e sempre será. Como diz Dr Hew Len, &#8220;<strong>sem exceções</strong>&#8221; (&#8220;Limite Zero&#8221;, Joe Vitale, pg.55).</p>
<p>Abaixo, um trecho onde ele explica como nossa resistência precisa ser trabalhada diretamente e indiretamente, todo o tempo, para que possamos nos soltar e viver no fluxo da vida.</p>
<blockquote><p>&#8220;O que nós, seres humanos, não temos consciência na nossa existência de momento a momento é de uma constante e incessante resistência à vida. Essa resistência nos mantém em um constante e incessante estado de afastamento da nossa Identidade Própria, e da Liberdade, da Inspiração, e acima de tudo, do próprio Divino Criador. Em poucas palavras, somos pessoas deslocadas que vagamos sem rumo no deserto da nossa mente. (&#8230;) A Resistência nos mantém num estado permanente de ansiedade e empobrecimento espiritual, mental, físico, financeiro e material. Ao contrário de Shakespeare, não temos consciência de que nos encontramos em um constante estado de resistência em vez de fluxo. Para cada partícula de consciência que experimentamos, pelo menos um milhão se refreia inconscientemente. E essa partícula de consciência é inútil para a nossa salvação&#8221;.<br />
<strong>— Dr. Ihaleakala Hew Len</strong></p></blockquote>
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		<title>Aceitação, fazer contato pleno com o que aparecer, sem manipulações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A aceitação (junto com o conceito relacionado de disposição) envolve fazer contato pleno com experiências internas sem tentar escapar, mudar ou controlar estes eventos. Aceitação não implica gostar ou querer, nem significa desistir, entregar ou se resignar. Colocando de maneira simples, a aceitação significa considerar gentilmente o que quer que apareça. No início, os clientes geralmente reclamam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;A <strong>aceitação</strong> (junto com o conceito relacionado de disposição) envolve <strong>fazer contato pleno com experiências internas sem tentar escapar, mudar ou controlar estes eventos</strong>. Aceitação não implica gostar ou querer, nem significa desistir, entregar ou se resignar. Colocando de maneira simples, a aceitação significa <strong>considerar gentilmente o que quer que apareça</strong>. No início, os clientes geralmente reclamam dessa idéia aparentemente contra-intuitiva, questionando porque iriam escolher aceitar dor física ou emocional. A Terapia de Aceitação e Compromisso sugere duas razões: porque se debater para evitar a dor é ineficiente e geralmente amplifica o sofrimento, e porque a aceitação geralmente facilita a tomada de ações no sentido de viver uma vida de valores.</p>
<p>Considere por exemplo um cliente que usa álcool para entorpecer emoções não desejadas. Enquanto isso pode parecer &#8220;funcionar&#8221; de maneira imediata, o álcool tipicamente intensifica as experiências emocionais negativas a longo prazo. Além disso, o uso do álcool provavelmente interfere com o homem que o cliente quer ser, talvez um bom amigo, um pai afetuoso, um empregado dedicado, um cidadão responsável. A aceitação de emoções não-desejadas, por outro lado, permite ao cliente observar e incluir sua experiência emocional, desconfortável que seja, para que possa fazer escolhas diferentes e com valor, talvez como ir ao jogo do filho ao invés de se dirigir ao bar.&#8221;</p>
<p>— <strong>Jill Stoddard &amp; Niloofar Afari</strong>, em &#8220;The Big Book of ACT Metaphors&#8221; (2014)</p></blockquote>
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		<title>Mindfulness, o constante observar do mutante espetáculo interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 19:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
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					<description><![CDATA[Mindfulness (atenção plena) é observar as coisas momento a momento, continuamente. É observar todos os fenômenos &#8211; físicos, mentais ou emocionais &#8211; o que quer que esteja acontecendo na mente. Apenas sentamos e assistimos o espetáculo. Mindfulness é o observar da natureza básica de cada fenômeno que passa. É observar a coisa nascendo e indo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Mindfulness</em> (atenção plena) é observar as coisas momento a momento, continuamente. É observar todos os fenômenos &#8211; físicos, mentais ou emocionais &#8211; o que quer que esteja acontecendo na mente. Apenas sentamos e assistimos o espetáculo. <em>Mindfulness</em> é o observar da natureza básica de cada fenômeno que passa. É observar a coisa nascendo e indo embora. É ver como essas coisas nos fazem sentir e como reagimos a elas. É observar como elas afetam os outros. Em mindfulness, somos observadores sem tendências cujo único trabalho é nos manter acompanhando o constante mutante espetáculo do universo interior.<br />
&#8211; <strong>Bhante Gunaratana</strong>, em “Mindfulness in Plain English”.</p></blockquote>
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