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	<title>Ioga | Terapia Individual &amp; Meditação com Luiz Fernando Pereira (Hridaya Terapia)</title>
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	<description>ONLINE &#38; Presencial, em SP.</description>
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		<title>O prático e o presente: o que a meditação traz para a terapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:19:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt Terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[As expressões que estão no título, e também abaixo, são um ensaio livre para compreendermos melhor o processo terapêutico quando ele contém a meditação dentro dele. Não qualquer presença, mas uma presença genuína, incorporada por um profissional que vivencie a prática em sua própria vida e que tenha experiência real com o caminho de autoconhecimento, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As expressões que estão no título, e também abaixo, são um ensaio livre para compreendermos melhor o processo terapêutico quando ele contém a <a href="https://paraabracarapratica.com"><strong>meditação</strong></a> dentro dele. Não qualquer presença, mas uma presença genuína, incorporada por um profissional que vivencie a prática em sua própria vida e que tenha experiência real com o caminho de autoconhecimento, não apenas como &#8220;recurso adotado&#8221;. O nível e a veracidade da presença, do espaço, da profundidade de cura e do insight que a meditação traz é incomparável a sistemas ou métodos psicológicos convencionais. E, como veremos, quando uma terapia tem em sua coração a meditação, está mais perto do que <strong>Freud, Jung, Perls</strong> e outros grandes da Psicologia buscaram durante todo o seu trabalho do que a maioria imagina.</p>
<p>A meditação não é apenas uma &#8220;técnica&#8221; de autoconhecimento de origem oriental, é um fenômeno íntimo revolucionário e um veículo restaurador e orientador de um ser humano em sua <strong>máxima saúde</strong> e <strong>capacidade de viver</strong>. Quando integrado com consciência e habilidade no ambiente terapêutico, pode se tornar a chave que abre as portas para o que o paciente busca.</p>
<p>Vejamos esses termos:</p>
<p>&#8220;<strong>O prático</strong>&#8220;: aquilo que um paciente quer resolver e imagina que precisa de solução, aquilo que o paciente traz para transformar e encerrar. O mais imediato e &#8220;prático&#8221;, associado ao que preciso ser resolvido &#8220;logo&#8221; para o bom funcionamento do indivíduo. Pode ser um sintoma ou um conjunto de sintomas (angústia, tristeza, procrastinação, ansiedade, depressão, desânimo, medo, pânico, raiva, paralisia, desespero, falta de sentido, etc), uma crise, uma perda, uma impressão, uma percepção, uma meta.</p>
<p>&#8220;<strong>O presente</strong>&#8220;: aquilo que é e que está na realidade, mas que o paciente não vê, não percebe e não sente, em significativa parte, e assim cria sintomas e não consegue encontrar recursos para lidar. Daí surgem as neuroses, confusões, angústias e outros sintomas.</p>
<p>&#8220;<strong>O condicionado útil</strong>&#8220;: é o pano de fundo que cria o objetivo &#8220;prático&#8221; do paciente. Muito do que inicia uma busca por terapia nasce de inconsciência individual, de &#8220;pontos cegos&#8221;, do que não está sendo percebido ou considerado suficientemente pelo indivíduo &#8211; dêaí o objetivo terapêutico mais geral de &#8220;trazer da inconsciência para a consciência&#8221;. Dentro de um paradigma com visão perturbada ou reduzida, o paciente minimamente saudável tenta soluções e saídas antes de chegar à terapia, mas elas ficam &#8220;presas&#8221; circularmente a esses problemas de visão e inconsciencia. Portanto, o que o paciente geralmente traz ao início do seu processo de cura é um pedido &#8220;condicionado útil&#8221; (= &#8220;prático&#8221;) &#8211; ou seja, a resolução daquilo que está pendente para que ele prossiga sendo &#8220;útil&#8221; dentro de uma realidade condicionada. Um exemplo clássico: o esgotamente mental ou o <em>burnout</em> é a condição que sofre de inconsciência, visão reduzida, psicossomatização crescente e que &#8220;prejudica&#8221; o viver dentro de um paradigma condicionado útil. O paciente sofre nele mas, por estar condicionado nele, considera que precisa continuar vivendo nele. Se o processo terapêutico lhe dá essa solução, está apenas servindo como analgésico comum. Assim, o &#8220;condicionado útil&#8221; é apenas uma parte do processo, e que gera o objetivo &#8220;prático&#8221; do paciente.</p>
<p>&#8220;<strong>O real vivo e orientativo</strong>&#8220;: O que não é condicionado é vivo, real. É o que não está preso às histórias, narrativas, conceitos e, em último grau, aos scripts sociais e culturais. Está vivo, presente e livre. Todo o Ser contém isso mais do que qualquer outra coisa, e é a isso que se refere Carl Jung quando diz &#8220;Só o que somos tem o poder de nos curar&#8221;. É de fundamental importância que toda pessoa, em vida, consiga tocar essa dimensão. Pois é ela que cura, que equilibra, que vive e que orienta. A <em>(auto) orientação</em> é o que o paciente realmente busca em terapia, e não a reles cura externa do sintoma pela &#8220;autoridade&#8221; do terapeuta. O paciente pensa que quer apenas retornar a um condicionado útil (de preferência aprimorado, já que está em terapia), mas ele quer sua vida, sua capacidade de decidir, de realizar e de viver para além das prisões neuróticas e condicionamentos sofríveis. Essa capacidade auto-orientativa está no fundo do seu Ser, inacessível quando tudo que experimenta é sua rotina condicionada.</p>
<p>Essa é uma das dimensões importantes que a meditação traz para o processo de cura. Ela está contida, de certa forma, nos objetivos de &#8220;awareness&#8221; como Fritz Perls trouxe à Gestalt Terapia, e na liberdade terapêutica dos conceitos e diagnósticos que Carl Jung propunha para psicoterapeutas &#8211; mas é muito mais ampla e profunda que isso, e de certa forma potencializa esses mesmos objetivos.</p>
<p>///</p>
<p>A meditação não é uma moda ou um &#8220;recurso&#8221; terapêutico para iniciantes ou influencers faladores nessa época de degeneração moral e de profissionais sem vivência e experiência pessoal. Certifique-se que o terapeuta com quem você vai trabalhar seja alguém preparado para tal e que vivencie a prática meditativa em sua própria vida.</p>
<p>///</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://hridayaterapia.com/terapia-holistica-transpessoal-gestalt-meditacao/"><strong>Como é a terapia</strong></a></span><strong> aqui</strong>.</p>
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		<title>A mente meditante na clínica: presença e campo fenomenológico</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/a-mente-meditante-na-clinica-presenca-e-campo-fenomenologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 01:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consultório]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt Terapia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meditação]]></category>
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		<category><![CDATA[meditação]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado meditativo não é uma técnica adicional ao trabalho clínico — é uma qualidade de mente que transforma a própria natureza da escuta terapêutica. Na prática gestáltica, a atenção plena é análoga ao que Perls chamava de awareness desobstruída: a capacidade de estar consciente do que se apresenta, momento a momento, sem manipular o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="287" data-end="775">O estado meditativo não é uma técnica adicional ao trabalho clínico — é uma qualidade de mente que transforma a própria natureza da escuta terapêutica.</p>
<p data-start="287" data-end="775">Na prática gestáltica, a atenção plena é análoga ao que Perls chamava de <em data-start="514" data-end="538">awareness desobstruída</em>: a capacidade de estar consciente do que se apresenta, momento a momento, sem manipular o fluxo da experiência. Quando o terapeuta sustenta essa qualidade de presença, o campo se autorregula e o contato ganha densidade fenomenológica.</p>
<p data-start="287" data-end="775">Embora seja uma capacidade inata do ser humano, ela foi completamente depauperada no transcorrer dos anos de vida e da cultura fragmentadora, individualista, de escuta rasa e fazer obsessivo, portanto, o terapeuta precisa de treino para que essa awareness &#8220;natural&#8221; desobstruída e verdadeira possa aparecer. Ela não é uma &#8220;produção&#8221; do terapeuta, tampouco uma faculdade de foco e concentração &#8211; é uma qualidade emergente da mente treinada original, e a amplitude que o indivíduo compassivo habita pela entrega, compaixão, interesse e confiança.</p>
<p data-start="777" data-end="1300">Então o valor dessa mente meditante não é apenas atencional. Como diz Mark Epstein, psiquiatra e praticante budista, autor de &#8220;Terapia Zen&#8221;, “a mente que observa é a própria mente que cura” — não por compreender, mas por permitir que a experiência se revele sem resistência. Essa atitude aproxima o terapeuta do que David Brazier, no contexto do Zen e da psicoterapia budista, descreve como “presença compassiva”: um estado em que o profissional abandona o papel de intérprete e assume o de testemunha viva do sofrimento e da verdade do outro.</p>
<p data-start="1302" data-end="1609">Nesse sentido, a meditação oferece ao terapeuta uma epistemologia da não-reação. Ela permite ver o cliente não como “alguém a ser tratado”, mas como expressão do mesmo campo de consciência em que ambos estão inseridos. A escuta deixa de ser uma coleta de informações para se tornar um espaço de revelação. Se algo pode ser &#8220;feito&#8221; a partir daí, e só a partir daí que deve ser feito.</p>
<p data-start="1611" data-end="1955">A mente meditante também protege contra a ansiedade de desempenho terapêutico — essa tentativa sutil de “fazer algo acontecer”.  Que flige tanto terapeutas quanto pacientes, aspirantes por resolução rápida, guiança constante e elucidação pra toda fala e movimento. Quando o terapeuta pratica o não-fazer, não cai na passividade, mas no estado que D. S. Rubin chama de <em data-start="1842" data-end="1861">engaged stillness</em>: uma quietude atenta, dinâmica, capaz de conter e permitir o movimento natural do processo.</p>
<p data-start="1611" data-end="1955">Uma mente assim, imersa em espaço, verdade e firmeza, pode ancorar uma infinidade de processos de cura simplesmente por ser assim. E, como já foi dito, deixar que isso habite o campo em que ambos estão experimentando.</p>
<p data-start="1957" data-end="2277">Integrar meditação e clínica, portanto, não é misturar espiritualidade e psicologia, mas recuperar a inteireza da experiência humana dentro da relação terapêutica. A cura não ocorre porque o terapeuta entende mais, mas porque ambos aprendem a permanecer no mesmo silêncio lúcido de onde toda transformação real emerge.</p>
<p data-start="1957" data-end="2277">//</p>
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		<title>Para realizar o propósito de vida, na visão do yogue Paramahansa Yogananda</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/proposito-de-vida-yoga-paramahansa-yogananda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 23:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Vocação]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;As coisas que você precisa na vida são aquelas que irão lhe ajudar a preecher seu propósito dominante. As coisas que você pode querer mas que não precisa pode lhe levar pra longa do seu propósito. Somente ao fazer que tudo sirva seu propósito principal é que o sucesso é alcançado&#8221;. — PARAMAHANSA YOGANANDA (1893 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="quote">
<div class="quote-inner">
<blockquote><p>&#8220;As coisas que você precisa na vida são aquelas que irão lhe ajudar a preecher seu propósito dominante. As coisas que você pode querer mas que não precisa pode lhe levar pra longa do seu propósito. Somente ao fazer que tudo sirva seu propósito principal é que o sucesso é alcançado&#8221;.<br />
<span class="author-label">— PARAMAHANSA YOGANANDA</span> (1893 &#8211; 1952)</p></blockquote>
<p>Propósito de vida é um assunto cada vez mais necessário e principal, e um tema cada vez mais recorrente em terapia, justamente pela quantidade de distrações e &#8220;coisas que você pode querer&#8221; que estão sendo oferecidas pela cultura moderna. Sem contato com um propósito dominante e sem conseguir alinhar seu empenho, tempo e energia para ele, perde-se facilmente nas ofertas que a indústria do entretenimento e do supérfluo faz hoje tão veementemente, de tantas e eficientes formas.</p>
<p>O Yoga tem uma visão específica e objetiva sobre o propósito do ser humano nesta vida, mas sinto que no estado atual das coisas, estamos dois passos atrás. E para falarmos disso temos que dar chance do propósito dominante aparecer. Para que isso possa acontecer na vida de cada indivíduo, é necessário e urgente que se faça espaço íntimo e pessoal, espaço de tempo e de espaço, espaço de não fazer e de silenciar, espaço de meditação ou, no mínimo, de silêncio em quietude interna. Sem isso, todo propósito estará asfixiado pela avalanche initerrupta de movimento de cada indivíduo neste mundo imparável.</p>
<p>&#8220;É difícil achar sentido na vida quando se está muito condicionado pelo mundo&#8221;, dizia Claudio Naranjo. O remédio mais imediato neste caso é o descondicionamento. O excesso de movimento, ocupação, entretenimento, distração e aceleração leva qualquer ser humano ao adoecimento e exaustão, mas não é necessário que esperamos a chegada dos estados patológicos.</p>
<p>Depois que esse estado é alcançado, ou ao menos significativamente iniciado e sustentado, o propósito de vida pode surgir dentro de cada um. A visão fica clara, o contato com os próprios sentimentos e inclinações naturais aparece, a inteligência pode entender o que aparece, e enfim pode-se criar o empenho e o sentido que Yogananda cita neste trecho.</p>
<p>//////////</p>
</div>
</div>
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		<title>Prática básica de meditação segundo Dr José Ruguê, mestre de Ayurveda e Ioga</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/pratica-basica-de-meditacao-dr-jose-rugue-mestre-ayurveda-ioga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 15:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ayurveda]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação]]></category>
		<category><![CDATA[como meditar]]></category>
		<category><![CDATA[Dr José Ruguê]]></category>
		<category><![CDATA[instruções]]></category>
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					<description><![CDATA[Dr José Ruguê Ribeiro Júnior, grande referência de Ayurveda no Brasil, ensina no vídeo abaixo uma técnica básica de Meditação de acordo com o Ioga e o Ayurveda. Nela, explica os 3 tipos de meditação — (1) estabilizadora, (2) reflexiva e (3) contemplativa — e dá as instruções para o primeiro tipo, em que afirma que é uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dr José Ruguê Ribeiro Júnior</strong>, grande referência de <strong>Ayurveda</strong> no Brasil, ensina no vídeo abaixo uma <strong>técnica básica de Meditação</strong> de acordo com o <strong>Ioga</strong> e o <strong>Ayurveda</strong>. Nela, explica os 3 tipos de meditação — (1) <strong>estabilizadora</strong>, (2) <strong>reflexiva</strong> e (3) <strong>contemplativa</strong> — e dá as instruções para o primeiro tipo, em que afirma que é uma das mais úteis e necessárias nos processos terapêuticos e também não necessita de vínculo religioso nem de nada além da própria prática. Uma das dicas mais enfatizados é a ausência de tensão no corpo durante a prática, que é explicada na descrição dos sete pontos da postura de meditação: se houver tensão num músculo, os neurônios cerebrais correspondentes estarão tensos, e se houver tensão na coluna, que acontece quando ela não está ereta, então os canais sutis que atravessam essa parte do corpo estarão também tensos, bloqueados, e dificultarão a meditação.</p>
<p>Os <strong>sete pontos da postura de meditação</strong> na visão de Dr José Ruguê são os seguintes:</p>
<ol>
<li><strong>Posição dos pés</strong>, tanto se estiver sentado numa cadeira ou no chão, sobre uma almofada.</li>
<li><strong>Posição das mãos</strong>, que podem estar apoiadas sobre as pernas, sem tensão, e com uma mão sobre a outra.</li>
<li><strong>Coluna vertebral ereta</strong>, sentando-se sobre o ísquio, girando a bacia pra frente, se necessário usando uma almofada, também sem tensão.</li>
<li><strong>Posição da cabeça</strong>, que não pode estar encostada nem deitada, que leva ao sono e ao devaneio.</li>
<li><strong>Posição dos olhos</strong>, que devem estar fechados suavemente, apenas as pálpebras se tocando, sem ver nenhuma luz nem pressão.</li>
<li><strong>Posição da boca</strong>, que deve se manter relaxada, com apenas os lábios se tocando.</li>
<li><strong>Posição da língua</strong>, que deve estar apoiada na parte superior da boca, logo após os dentes de cima, antes de começar o palato.</li>
</ol>
<p>Segue Dr. Ruguê, esses pontos e a postura inteira devem ser feitas com maestria. E toda prática deve começar com três respirações profundas, comandando a soltura de cada parte do corpo individualmente, até que a consciência esteja <strong>completa na respiração</strong>, soltando também os pensamentos e deixando que a respiração se aprofunde suavemente. Nesse ponto, deve-se <strong>mentalmente entoar o mantra &#8220;Om&#8221;</strong>, uma vez na inspiração e outra na exalação, permanecendo assim até o final — <strong>15 minutos duas vezes ao dia</strong>. Sem analisar, sem refletir, sem julgar, sem manipular: apenas respirando suavemente, longamente, entoando o mantra &#8220;<strong>Om</strong>&#8220;.</p>
<p>Eis a explicação do <strong>Dr. José Ruguê</strong> (38min):</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/FNi0R11OziU?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=en-US&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><strong>Dr. José Ruguê Ribeiro Júnior</strong> é fundador da <a href="http://www.escolayogabrahma.com.br/" target="_blank"><strong>Escola Yoga Brahma Vidyalaya</strong></a>, que ensinou e licenciou a Hridaya Terapia no conhecimento e prática terapêutica do Ayurveda, em 2003-2005. É também um dos responsáveis pela entidade<strong> Suddha Dharma Mandalam</strong> no Brasil e pela <strong>Fundação Sri Vájera</strong>, e é fundador do <strong>Suddha Sabha Yoga Ashram</strong>, em Araguari, em Minas Gerais, onde ministra cursos e tratamentos de Ioga e Ayurveda.</p>
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		<title>As coisas que precisamos para sermos felizes</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/as-coisas-que-precisamos-para-sermos-felizes-mooji/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 20:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mooji]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Você não precisa de nada para ser feliz, mas precisa de algo para ser infeliz&#8220;. — Mooji* A tradução livre que gostaria de fazer para esta frase é esta acima, fazendo uma pequena distorção, preferindo &#8220;infeliz&#8221; a &#8220;triste&#8220;, mesmo a palavra original sendo &#8220;sad&#8220;, que é literalmente triste em inglês. &#8220;Infeliz&#8221; seria &#8220;unhappy&#8220;. O motivo é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-929" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2016/03/dcda0244b758607a10e8c1e1c7772619.jpg?resize=564%2C674" alt="Mooji" width="564" height="674" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2016/03/dcda0244b758607a10e8c1e1c7772619.jpg?w=564&amp;ssl=1 564w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2016/03/dcda0244b758607a10e8c1e1c7772619.jpg?resize=251%2C300&amp;ssl=1 251w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Você não precisa de nada para ser feliz, mas precisa de algo para ser infeliz</strong>&#8220;.<br />
— Mooji*</p></blockquote>
<p>A tradução livre que gostaria de fazer para esta frase é esta acima, fazendo uma pequena distorção, preferindo &#8220;<strong>infeliz</strong>&#8221; a &#8220;<strong>triste</strong>&#8220;, mesmo a palavra original sendo &#8220;<strong>sad</strong>&#8220;, que é literalmente <em><strong>triste</strong></em> em inglês. &#8220;<strong>Infeliz</strong>&#8221; seria &#8220;<strong>unhappy</strong>&#8220;.</p>
<p>O motivo é simples e explico. Ao dizer que não precisamos de nada para sermos felizes, Mooji aponta a felicidade como uma espécie de <strong>estado natural do ser humano</strong>. Mas ao inserirmos <em>alguma coisa</em>, essa mesma coisa pode tirar a felicidade natural, ou seja, pode <strong>anular a felicidade </strong>(que já estava aqui) — assim, esse <em>algo</em> seria o responsável pelo estado &#8220;<strong>infeliz</strong>&#8220;.</p>
<p>É importante notar que o estado emocional de <strong>feliz</strong> e <strong>triste</strong> são ambos naturais ao ser humano, mas não acredito que Mooji esteja se referindo a uma supressão deles nessa frase. É mais provável que esteja se referindo a uma infelicidade como estado mais amplo, a uma relação sentimental e perceptiva do ser humano com sua vida em geral, um estado de <em>ser</em> insatisfeito, infeliz, em sofrimento.</p>
<p>A frase pode se referir a coisas do mundo externo, como objetos mesmo, mas é mais dirigida às <strong>&#8220;coisas&#8221; em nossa mente</strong>. Se a mente está relaxada e tranquila, sem preconceitos, idealizações, obsessões, resistências e outras <em>coisas</em>, então há uma <strong>felicidade natural subjacente</strong>. Mas se a mente está tensa, com intenções, expectativas, idéias, julgamentos, e repleta de <em>coisas</em>, etc, então <strong>ela possui &#8220;algo&#8221; nela</strong>, e geralmente é esse algo que torna o ser infeliz.</p>
<p>Uma frase curta que pode suscitar reflexão profunda, e que envolve nossa capacidade de auto-percepção e a observação da própria mente.</p>
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		<title>O que são os 7 chakras: uma visão dos centros energéticos do corpo humano</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/o-que-sao-os-7-chakras-centros-energia-humana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 13:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[chakras]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chakras são um tema cada vez mais comum em diversos campos de saúde e de compreensão do corpo humano: da visão antiga do Ioga às terapias corporais modernas como Cromoterapia, os chakras, ou rodas de energia do corpo humano, são citados, estudados e usados para a cura e o equilíbrio de diversas maneiras. Para entender um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-648" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/03/7-chakras-corpo-humano-214x300.jpg?resize=214%2C300" alt="7-chakras-corpo-humano" width="214" height="300" style="padding-right:15px;" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/03/7-chakras-corpo-humano.jpg?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/03/7-chakras-corpo-humano.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="(max-width: 214px) 100vw, 214px" />Os <strong>chakras</strong> são um tema cada vez mais comum em diversos campos de saúde e de compreensão do corpo humano: da visão antiga do <strong>Ioga</strong> às terapias corporais modernas como <strong>Cromoterapia</strong>, os chakras, ou rodas de energia do corpo humano, são citados, estudados e usados para a cura e o equilíbrio de diversas maneiras. Para entender um pouco mais, de maneira introdutória, sobre esse assunto, trouxemos esse vídeo do pesquisador <strong>Wagner Borges</strong>, fundador do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas (<a title="Wagner Borges" href="http://www.ippb.org.br/" target="_blank">IPPB</a>), que apresenta uma visão sobre os <strong>7 chakras</strong>, que não são os únicos mas são os principais, e como se conectam com as glândulas endócrinas — uma conexão que é de suma importância para o entendimento de como os chakras atuam em nosso corpo, ou como experimentamos as interações energéticas sutis e densas através dos chakras.</p>
<p>Wagner Borges é da escola espírita mas sua explicação é universalista, e ele na verdade reúne algumas informações amplamente aceitas e também cita as referências mais conhecidas do assunto, como os antigos sábios da Índia que descobriram esses centros sutis através da meditação. Além disso, Wagner trabalha com as energias e ensina a ativar e equilibrar os chakras e as energias do corpo em geral.</p>
<p>O vídeo com a explicação introdutória sobre os 7 chakras do corpo humano tem <strong>15 minutos</strong> e segue abaixo:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/a8eVVFwPt1Q?rel=0&amp;showinfo=0" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>— — — — —</p>
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		<title>Afirmação e meditação para o Muladhara Chakra, a energia da conexão terrena e da firmeza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 12:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ayurveda]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[afirmação]]></category>
		<category><![CDATA[chakras]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[muladhara]]></category>
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					<description><![CDATA[Estar bem no próprio corpo, estar em contato e conexão aberta com a terra (e a Terra), estar firmemente sobre os próprios pés e integrado ao seu redor, ter um sentido de pertencimento ao mundo, se sentir seguro e em paz: esse é o fluxo equilibrado da energia do primeiro chakra do corpo humano, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar bem no próprio corpo, estar em contato e conexão aberta com a terra (e a Terra), estar firmemente sobre os próprios pés e integrado ao seu redor, ter um sentido de pertencimento ao mundo, se sentir seguro e em paz: esse é o fluxo equilibrado da energia do primeiro chakra do corpo humano, o <strong>Muladhara Chakra</strong>. Na teoria dos chakras, segundo o Ioga, o chakra <em>Muladhara</em> é o <strong>primeiro</strong> dos setes principais, sendo o central sutil da região física corporal localizada entre os genitais e o ânus, recebendo <strong>a energia da terra</strong>. Seu elemento é terra, sua cor vermelha, seu bija mantra é &#8220;Lam&#8221;. Mas mais importante que cores, cristais, sons de mantras e imagens de pétalas, é essencial termos consciência da energia em si, de como se relaciona conosco, nosso estado e nosso despertar como ser. Qualquer trabalho terapêutico só começa a penetrar as profundezas energéticas sutis do ser humano quando toca verdadeiramente a consciência.</p>
<p>Assim, o chakra raiz (<em>Muladhara</em>) traz um aspecto da evolução do ser que é esse &#8220;<strong>aterramento</strong>&#8220;, firmeza, uma conexão genuína com a terra (com tudo que ela é e representa) para receber dela sua energia, e poder se nutrir vividamente com ela. Por isso, na imagem-simbolo deste chakra, há um <strong>elefante</strong>: &#8220;o elefante é emblema da força, da firmeza, e solidez, deste Tattva da “Terra”&#8221; (Arthur Avalon, em &#8220;O Poder da Serpente&#8221;).</p>
<p>Abaixo, três imagens com <strong>afirmações e meditações sobre o Muladhara Chakra</strong> (junto de cada uma delas, a tradução de afirmação/meditação para o português). Atente para o profundo significado de cada frase, de cada postura, de cada sentido de estar no mundo envolvido profundamente por cada energia que emana dessas afirmações. Compreender a existência e a própria vida não é uma atividade meramente intelectual, ela passa por sentir profundamente e por experimentar com todo o ser.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-617" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/60b278807248b1451d44763d305d809a.jpg?resize=600%2C800" alt="60b278807248b1451d44763d305d809a" width="600" height="800" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/60b278807248b1451d44763d305d809a.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/60b278807248b1451d44763d305d809a.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&#8220;Estou conectado com tudo que me cerca. Essa conexão me dá uma base forte e não me mantém estagnado. Segurança e estabilidade na vida me permitem andar com confiança e conexão com o que sou&#8221;.</p>
<p>♦ ♦ ♦ ♦ ♦</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-618" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/41081bc61239ccaacc01bbe124e0bd69.jpg?resize=600%2C600" alt="41081bc61239ccaacc01bbe124e0bd69" width="600" height="600" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/41081bc61239ccaacc01bbe124e0bd69.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/41081bc61239ccaacc01bbe124e0bd69.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/41081bc61239ccaacc01bbe124e0bd69.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&#8220;Meu corpo é um lugar glorioso de viver. Me alegro de ter escolhido este corpo em particular porque é perfeito para mim nesta vida. Sou a incorporação da saúde vibrante. Estou bem, estou seguro. Estou firme. Eu pertenço. Estou em paz com mundo material onde vivo.&#8221;</p>
<p>♦ ♦ ♦ ♦ ♦</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/be3e3f5ae12c1c845eef7503d6dbc401.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-620" src="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/be3e3f5ae12c1c845eef7503d6dbc401.jpg?resize=367%2C550" alt="be3e3f5ae12c1c845eef7503d6dbc401" width="367" height="550" srcset="https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/be3e3f5ae12c1c845eef7503d6dbc401.jpg?w=367&amp;ssl=1 367w, https://i0.wp.com/hridayaterapia.com/notas/wp-content/uploads/2015/02/be3e3f5ae12c1c845eef7503d6dbc401.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 367px) 100vw, 367px" /></a></p>
<p>&#8220;Estou salvo. Estou firme. Estou centrado. Estou equilibrado. Estou exatamente onde preciso estar. Estou profundamente conectado com a Mãe Terra. Sou agradecido de ter tudo que preciso. Eu sou merecedor de todas as coisas maravilhosas&#8221;.</p>
<p>♦ ♦ ♦ ♦ ♦</p>
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		<title>A chave para se libertar da principal distração na jornada evolutiva</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/autoresponsabilidade-jornada-evolutiva-sri-prem-baba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 10:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos pilares de qualquer caminho de auto-conhecimento, de terapia e despertar é a AUTO-RESPONSABILIDADE. É também uma das atitudes centrais da Gestalt Terapia e obviamente, de maneira fundamental, de todas as formas de meditação. No trecho abaixo, o mestre Sri Prem Baba alerta para o jogo de acusação, tão comum e tão promovido pela cultura que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pilares de qualquer caminho de auto-conhecimento, de terapia e despertar é a <strong>AUTO-RESPONSABILIDADE</strong>. É também uma das atitudes centrais da Gestalt Terapia e obviamente, de maneira fundamental, de todas as formas de meditação. No trecho abaixo, o mestre <strong>Sri Prem Baba</strong> alerta para o <strong>jogo de acusação</strong>, tão comum e tão promovido pela cultura que temos de vitimização, culpabilidade, conflitos externos e pouca abertura interna, e tão mantido por nós.</p>
<blockquote><p>“Só existe uma chave que te leva à compreensão do casamento entre a energia vital e o sofrimento; só existe uma porta de acesso a esse núcleo da consciência que te faz compreender o prazer em machucar e ser machucado. Essa chave é a autorresponsabilidade. Somente essa qualidade te liberta da principal distração da jornada evolutiva: o jogo de acusação. Quando você deixa de procurar culpados pelo seu sofrimento e compreende que não é uma vítima, você quebra o ciclo vicioso do sadomasoquismo.”<br />
— SRI PREM BABA, em &#8220;Flor do Dia&#8221; (15/01/2015)</p></blockquote>
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		<title>O que é Terapia Transpessoal, segundo Pierre Weil</title>
		<link>https://hridayaterapia.com/o-que-e-terapia-transpessoal-segundo-pierre-weil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz F Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2014 23:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
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					<description><![CDATA[Três trechos de uma explicação de Pierre Weil sobre a abordagem transpessoal na terapia: [1] &#8220;Por terapia transpessoal designamos o conjunto dos métodos de restabelecimento da saúde pela progressiva redução da ilusão da existência de um &#8220;eu&#8221; separado do mundo&#8221;. [2] &#8220;Podemos enfim afirmar que a psicologia transpessoal é possuidora de um enorme potencial terapêutico, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três trechos de uma explicação de <strong>Pierre Weil</strong> sobre a abordagem transpessoal na terapia:</p>
<blockquote><p><span style="color: #000000;">[1] &#8220;Por terapia transpessoal designamos o conjunto dos métodos de restabelecimento da saúde pela progressiva redução da ilusão da existência de um &#8220;eu&#8221; separado do mundo&#8221;.</span></p></blockquote>
<blockquote><p>[2] &#8220;<span style="color: #000000;">Podemos enfim afirmar que a psicologia transpessoal é possuidora de um enorme potencial terapêutico, pois permite transformar as formas destrutivas de energia, como o ódio, a possessividade, o orgulho competitivo, o crime e a inveja, em harmonia e paz para cada ser humano e para toda a humanidade&#8221;.</span></p></blockquote>
<blockquote><p>[3] &#8220;Não vivemos plenamente todo o nosso potencial. Segundo a ioga, nosso potencial tem sete níveis. Ao vivermos plenamente apenas um nível, estamos vivendo parcialmente. Se vivemos apenas preocupados com nossa segurança, com medo de sermos assaltados, concentramos toda nossa energia nesse nível. No mais primário deles (desse níveis), nosso organismo está preparado, por meio de reflexos, para reagir e nos proteger. O segundo nível refere-se ao prazer, sobretudo o sexual. Em seguida, vem o nível do poder. Esses três primeiros níveis são naturais, mas em nossa sociedade nós os exageramos. E, ao concentrar toda nossa energia nesses três primeiros níveis, não conseguimos evoluir. E isso nos prejudica, porque há dentro de nós forças muito poderosas para vivenciarmos os níveis seguintes. O primeiro deles é o amor.&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211;</p>
<p><em>Fontes: Trechos do texto &#8220;O Que É Psicologia Transpessoal&#8221; (Pierre Weil) e de entrevista de 1998 com Pierre Weil.</em></p>
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